terça-feira, 16 de junho de 2015

Capitulo III



(Patrícia)
Uma semana passou e pouco mais falei com o Samaris, a Adriana tem ando numa correria toda a semana, a festa de aniversário do Hotel é já amanha, e eu sinceramente ainda não sei se me apetece ir.
Sai de casa para ir trabalhar, abri o carro com o comando e quando olhei para o lado vi o Samaris cá fora , caminhei até la.

Patrícia: Ola, como estás?

Samaris: Ola , estou bem , vou hoje tirar a ligadura.


Patrícia: Ainda bem –sorri- estás a espera de alguém?

Samaris: Sim do Rúben, vou com ele para o seixal

Patrícia: O que interessa é que já tas bom e podes voltar a jogar.

Samaris: É mesmo, nunca mais falamos, podes aparecer ca em casa sempre que quiseres

Nem sabia o que dizer, o que me valeu foi que parou um carro perto de nós, devia de ser o Rúben, saiu do carro e veio ter connosco.

Samaris: Patrícia este é o Ruben Amorim, Rúben é a Patrícia

Comprimentei-o com dois beijinhos e sai 

Patrícia: Bem eu tenho mesmo de ir, tchau.

Mal cheguei a empresa o João veio ter comigo, a verdade é que ultimamente nos temos aproximado, e ele não é nada de se deitar fora, estamos sempre a namoriscar mas nunca houve nada, não que ele não quisesse, mas eu prefiro continuar assim, somos apenas amigos, bons amigos.

(Adriana)
A festa é hoje, a semana passou a correr, estou a entrar em stresse porque parece que nada ta a meu favor, peguei no Tablet para ver a meteorologia.

Adriana: Ai não acredito-disse para mim mesma

-Que se passa? –perguntou um dos funcionários

Adriana: Diz aqui que hoje vai ser das piores noites do mês , vai chover muito e vento, isto vai estragar tudo la fora.

- Pode ser que nem venha assim tanta chuva, isso nem sempre ta certo, e a festa é ca dentro, la fora tem pouca coisa.

Adriana: Isto vai ser um desastre-desabafei

A festa iria ser as 21h eram 20 horas quando fui para casa tomar banho e vestir-me

Adriana: Patrícia vens não vens?

Patrícia: Ai tá tanto frio não me apetece nada ir e não conheço la ninguém, ficavas chateada se não fosse?

Adriana: Não, não fico, eu própria se não tivesse a organizar nem ia, mas da festa de passagem de ano não te livras-disse a rir-me

Patrícia: Combinado-sorriu- queres ajuda?

Adriana: Sim… não sei que vestido levar, quero algo discreto mas giro e ta frio não sei mesmo, esqueci me mesmo de arranjar vestido.

Patrícia: Tem de ser vestido?

Adriana: Não… mas sei la

Patrícia: Anda comigo-puxou me até la cima ao quarto dela

Fomos até ao quarto dela experimentei varias roupas dela, até que gostei, tava elegante, confortável e quente , exactamente o que eu queria, vesti-me arranjei o cabelo, uma maquiagem simples e tava pronta.

Adriana: Estou bem?

Patrícia: Estás linda-deu me um beijo- diverte-te e vai correr tudo bem

Adriana: Obrigada

Tirei um foto e coloquei no instagram



“Siga para a festa, que corra tudo bem


Cheguei ao hotel e estava tudo pronto, os convidados começaram a chegar, o patrão veio ter comigo dar-me os parabéns pela festa, estava tudo a correr bem.

(Patrícia)

Vesti uma roupa confortável, liguei o ar condicionado e sentei –me no sofá com o portátil em cima , comecei por ver algumas noticias, depois comecei a trabalhar, tinha um plano financeiro para entregar na segunda.
Estava a meio quando a chuva aumentou de intensidade, fazia imenso barulho a bater nas janelas, e o vento era horrível, ouvia-se perfeitamente o som do vento, olhei para a janela, pus uma música a tocar, passado algum tempo vi um relampado pela janela, assustei-me e dei um grito. Desliguei a musica e tirei o portátil de cima das pernas.

Caminhei até a cozinha, buscar qualquer coisa para comer, ouviu-se um trovão e a luz foi abaixo, estava ali sozinha, completamente a escuras, via os relampados pela janela, não gostava nada de estar ali assim sozinha.

(Adriana)

A festa não podia estar a correr melhor, os convidados estavam satisfeitos, começou a chover muito, como já era de prever, mas quase nada se ouvia ca dentro, já que a música reinava, ouviu-se um estrondo, corri para a porta, perguntei ao segurança o que se tinha passado, o painel de luzes ca de fora tinha caído com o vento.

Chovia cada vez mais, e o vento e a trovoada só pioravam, voltei para dentro, e pouco depois a luz foi abaixo.

Liguei a lanterna do telemóvel e fui até a caixa eléctrica, já la estava um dos empregados.

Adriana: E agora?

- Vamos ter de ligar o gerador

Adriana: liguem o mais rápido possível.

Dois minutos e tínhamos de novo luz

( Samaris )

Estava em casa, sozinho como sempre, finalmente vou poder voltar a jogar, este tempo é mesmo deprimente, tenho saudades da minha família, e quando estou assim sozinho é quando mais sinto a falta deles. Acendi a lareira e deitei-me no sofá a ver um jogo do campeonato grego, mas por pouco tempo porque a luz falhou, por sorte tinha a lareira acesa que iluminada a sala. Peguei no telemóvel para ver as mensagens quando ouvi a campainha tocar, mas quem seria a esta hora e com este tempo. Abri a porta e vi a Patrícia toda molhada.

Samaris: Entra, tas toda molhada.

Patrícia: Desculpa vir ca sem avisar, mas tava sozinha em casa e falhou a luz e …

Samaris: Vens ca quando quiseres-sorri- anda para a sala tenho a lareira acesa

Patrícia: O tempo ta horrível, e não gosto nada destes relampados 

Samaris: Tens medo- ri-me- a Adriana? 

Patrícia: Tinha uma festa no hotel, ainda lhe tentei ligar mas não atendeu…

Samaris: Tas toda molhada, isso faz te mal, eu vou-te buscar uma camisola

Liguei a lanterna do telemóvel e subi até ao meu quarto, tirei da gaveta uma camisola de manga comprida e trouxe para baixo.

Samaris: Veste esta camisola e chega-te para a lareira para te aqueceres

Patrícia: Obrigada, não era preciso

Virei-me para ela trocar de camisola.

(Patrícia)

Não sei porque mas fui até casa do Samaris na esperança que ele la estivesse, não queria estar sozinha, sim tinha medo.


Depois de trocar de camisola sentei –me no sofá perto da lareira e ele fez o mesmo.

Samaris: Queres tomar alguma coisa? Chá ou chocolate quente?

Patrícia: Não quero nada obrigada

Ouvi mais um trovão e assustei-me

Samaris: Não precisas ter medo

Patrícia: Não tenho-disse a rir-me

Ficamos ali cerca de duas horas a falar, falamos de mim, falamos dele, conhecemo-nos melhor, é sempre bom conhecer os vizinhos não é?




Parecia que cada vez chovia mais, peguei no telemóvel e já eram quase duas da manhã

Patrícia: São quase duas horas, é melhor eu ir andando

Samaris: Podes ficar, na boa, vais para la sozinha, a Adriana ainda não deve ter chegado

O telemóvel começou a tocar era Adriana atendi de imediato

Patrícia: Então como ta a correr?

Adriana: Bem… dentros dos possíveis, o tempo não ajuda muito.

Patrícia: Aqui falhou a luz…

Adriana: Aqui também, mas temos gerador. Estou a ligar para dizer que não vou dormir a casa, na vou pegar no carro com este tempo, durmo ca no hotel

Patrícia: Tas a gozar? Não vens dormir a casa? –perguntei, eu não queria ficar sozinha

Adriana: Queres que pegue no carro com este tempo? 

Patrícia: Tens razão, então até amanha, beijo- disse pouco convencida

Desliguei e tinha o Samaris a olhar para mim

Patrícia: A Adriana não vem dormir a casa… 

Samaris: Podes dormir ca…

Fiquei algum tempo sem reacção, dormir ca? A minha casa era mesmo ao lado, e ia dormir onde?

Patrícia: Não, não é preciso eu vou embora.

Samaris: asserio, há um quarto a mais podes ficar la, não tens necessidade de ir agora a chuva até tua casa e ficar la sozinha.

Patrícia: Não quero chatear asserio

Samaris: É o mínimo depois de me teres ajudado no acidente, fica assério. Anda vou te mostrar o quarto.

Subimos, com a luz do telemóvel, não vi bem o quarto porque tava escuro, tirei as calças e dormir apenas com a camisola dele, não demorei muito a adormecer.

(Adriana)

Acordei cedo, com a luz a bater-me na cara, a festa tinha corrido bem. Levantei-me e vesti a roupa do dia anterior, fui a varanda sim “depois da tempestade vem o sol” e tava um dia bonito, frio é verdade mas com sol.

Desci para tomar o pequeno almoço, já estava quase tudo arrumado. Estava sentada a comer quando o patrão se vem sentar na minha mesa, dizer-me que a festa tinha corrido bem e que a próxima era a da passagem de ano, daqui a um mês, tinha de começar já a trabalhar nisso, fui para casa aproveitar o domingo.

(Samaris)

Acordei e lembrei-me da noite anterior diverti-me mesmo, rimos, e ficamos a falar durante horas, já eram quase três da manha quando fomos dormir, levantei-me e vesti uma roupa simples passei pelo quarto dela e espreitei pela porta  e ela ainda dormia.
 






Fiquei algum tempo a olha-la  mas quando a vi mexer desci até a cozinha.



Ola desculpem a demora a postar, está aqui mais um capitulo espero que gostem. Obrigada pelos vossos comentários.Beijinhooos



terça-feira, 26 de maio de 2015

Capitulo II

(Patrícia)
Acabamos de almoçar e ainda chovia, o João foi buscar o carro para perto da porta e eu entrei quase sem me molhar. Não demoramos muito a chegar a minha casa.

Patrícia: Obrigada pelo convite-disse quando já estava o carro parado a frente de minha casa.

Joao: Sabes que por mim fazíamos isto mais vezes-disse a sorrir virado para mim, e ele tinha um belo sorriso.

Patrícia: Bem eu tenho muito que fazer, vemo-nos segunda.

Joao: Claro…

Dei-lhe um beijo no rosto e sai, corri até a porta de casa. 

(Adriana)

Andava numa autentica correria, tanto que quando fui almoçar já passava das três da tarde. Mas finalmente parecia que tudo ia dar certo.  Fui para casa e mal entrei senti a diferença de temperatura, a Patrícia tinha acendido a lareira e estava em pijama a trabalhar perto dela.

Adriana: Adoro ter a lareira acesa-disse mal entrei

Patrícia: Está tanto frio.

Adriana: Podes crer, acho que também vou vestir o pijama e fazer-te companhia.

Patrícia: Se fizesses era o lanche-disse a rir-se

Adriana: Está bém - disse antes de subir

Vesti o pijama , fui a cozinha e preparei qualquer coisa, coloquei num tabuleiro e fui ter com ela. Ficamos o resto da tarde toda assim.



*** Segunda Feira***

Acordei com o som forte da chuva e do vento, estava um tempo horrível, vesti uma roupa quente e confortável liguei o ar condicionado para aquecer a casa e fui trabalhar.

Adriana: Já vou –gritei da porta

(Patrícia)

Acordei com a Adriana a gritar que estava de saída, tinham-me ligado ontem a dizer que podia ficar hoje em casa o dia todo, e não podia ter calhado melhor, o tempo estava mesmo bom para estar em casa, a Adriana tinha ligado o ar condicionado por isso dentro de casa estavam uns 30 graus ao contrário de la fora de deviam estar uns 7 ou 8. Vesti uns calções e um top e fui me sentar no sofá da sala a ver televisão.




Acabei por apagar a televisão e pegar num livro.

(Samaris)

Com esta chuva não pudemos fazer o treino cá fora, então tivemos treino de ginásio, o que foi divertido porque estivemos sempre na brincadeira, mas também me deixou muito cansado, até porque não tenho dormido nada durante a noite, entrei para dentro do carro e arranquei,  cada vez chovia mais e começava a escurecer, ainda era de manha e parecia que já estava a anoitecer.
A verdade é que tava com muita dificuldade em conseguir ver. Finalmente cheguei a minha rua, chovia tanto que eu não conseguia ver nada a frente e o cansaço que tinha faziam-me fazer um enorme esforço para manter os olhos abertos, quando tava a chegar a minha casa o carro perdeu a aderência a estrada devido a água e por mais que eu tentasse virar o volante eu não o conseguia controlar, foi rápido e quando dei por mim tinha batido.

(Patrícia)

Estava a ler quando ouvi um enorme barulho, corri para a porta de casa e abri, quando vi um carro que tinha batido contra o muro de minha casa e entrado pelo jardim adentro, fiquei ali a olhar escassos segundos quando vi alguém do lado do condutor a tentar sair, corri até lá assim mesmo descalça de top e calções.




Ajudei-o a sair e não demorei muito a reconhecer quem era, era o nosso vizinho. Ajudei-o a entrar em minha casa.

Patrícia: Como tás?- Uma pergunta estupida quando ele escorria sangue pela cara.




Samaris: Estou mal disposto-disse passando a mão na cabeça e olhando para ela vendo que tinha sangue.
Dei-lhe uma toalha

Patrícia: Não saias dai que eu já volto- corri ao meu quarto para vestir umas calças, um casaco e calçar umas sapatilhas.- vamos anda

Ajudei-o a ir até a garagem e a entrar no meu carro

Samaris: Onde vamos?

Patrícia: Ao hospital

Tentei chegar la o mais rápido possível mas a chuva não facilitava.
Quando la chegamos ele deu logo entrada enquanto que eu fiquei no corredor a espera.

(Adriana)
Este tempo não ajudava em nada os preparativos da festa, fui para casa mas demorei muito mais tempo do que o normal por causa da chuva. Quando la cheguei vi o muro no chão e um carro todo amassado, entrei a correr em casa e a Patrícia não estava la, desvirei a mala a procura do telemóvel para lhe ligar.


Patrícia: Ola

Adriana: Onde tás? O que se passou aqui? De quem é este carro?

Patrícia: Tou no hospital…

Adriana: No hospital? Que aconteceu?

Patrícia: O nosso vizinho meteu o carro pelo jardim a dentro e eu trouxe-o ao hospital.

Adriana: Tas ai a muito tempo?

Patrícia: A duas horas, bela folga não?

Adriana: Acertas sempre nos dias-ri-me- se calhar é melhor ele vir ca jantar

Patrícia: Não sei, eu posso lhe perguntar se quer vir…

Adriana: Faz isso, beijo –desliguei e fui ver o que havia para o jantar.

(Patrícia)

Esperei mais uma hora, a verdade é que nem almocei, desci e fui ao bar comprar alguma coisa para comer quando cheguei ca cima, sentei-me a ver os mails no telemóvel, mas por pouco tempo , quando olhei para o lado ele já vinha a caminhar com uma ligadura na cabeça e a sorrir.


Patrícia: Então como tas?-disse levantando-me e  sorrindo

Samaris: Bem, foi só um corte, levei alguns pontos e tive a soro e já tou pronto para outra.

Patrícia: Desde que não seja contra o meu muro outra vez- ri-me
 
Samaris: Por falar nisso, como ta a o carro e o muro?

Patrícia: Se queres que te diga não sei, mal olhei- Dei uns espirro

A verdade é que ter andado de calções e top a chuva e ao frio não me fez muito bem.

Patrícia: queres vir jantar a minha casa hoje? Não estás em condições de cozinhar-disse-lhe

Samaris: Já dei trabalho que chegue, eu como alguma coisa em minha casa.

Patrícia: Não dás trabalho nenhum, a mim não, não  sou eu que vou cozinhar – samaris riu se. Mas 
afinal como fizeste aquilo? - Começamos a falar enquanto nos dirigíamos ate ao carro

Samaris: Nem eu sei, não via nada a frente, tava cansado e de repente perdi o controlo do carro.

Entramos para o carro, tava cansada e so queria chegar o mais rápido possível a casa para comer, acelarei um pouco, o que despertou o Samaris

Samaris: Em que muro te vais bater? –disse a rir-se

Patricia: acho que no teu   dei o pisca para virar para a nossa rua 

 Estacionei, sai e fui de volta para ver se ele precisava de ajuda, peguei na chave e abri o portão

Patricia: Entra

Adriana ouviu o bater do portão e veio logo abrir a porta da frente, 

Adriana: quantos feridos ouve? Grande prejuízo – apontou com o dedo – estou a brincar – disse com um ar de tranquilidade - mas está tudo bem?

Samaris riu-se da reação de Adriana

Samaris: sim, está tudo bem foi apenas um pequeno golpe na cabeça

Adriana: com essa ligadura toda, deve ter sido mesmo pequeno, quantos pontos?

Samaris: Quinze

Patrícia: o que vai ser o jantar?

Adriana: as pizzas devem estar a chegar

Patricia: tu realmente arranjas sempre uma solução muito prática

Algum tempo depois ouve-se o tocar da campainha

Adriana: deve ser as pizzas, eu vou lá

Sentamo-nos na mesa começamos a tirar, ao dar a minha primeira dentada ouço o meu telemóvel a tocar, pelo numero parecia ser de um dos trabalhadores do hotel

~

Adriana: sim…
Adriana: eu vou já para aí- desliguei a chamada- eu vou ter que sair para o hotel, ouve um erro na entrega do material, devo chegar tarde – peguei na chave do carro e em mais uma fatia para comer pelo caminho 

(Patrícia)

Eu e o samaris continuamos a comer 

Samaris: Bem, obrigada por tudo mas agora tenho de ir ao hospital da luz

Patrícia: Fazer o que?

Samaris: Sempre que algum atleta se lesiona fora do local de trabalho tem de ser  acompanhado pelo hospital da luz, está no contrato.

Patrícia: E vais para la como?

Samaris: Taxi

~

Patrícia: Eu levo-te la, não me custa nada depois aproveito e vou ver se a Adriana precisa de ajuda

Samaris: Não é preciso, assério

Patrícia: Eu levo-te fica a caminho, e aquilo deve ser rapido não?

Samaris: Sim eu já fui tratado, por isso é so marcar uma consulta e dará a ocorrência da situação.

Patrícia: Então eu espero por ti e passamos la no hotel e vimos embora.

Samaris: Está bem então -riu-se- o meu telemóvel ficou no carro, temos de chamar um reboque.

Chama-mos o reboque e fomos em direcção ao hospital.

(Adriana)


(Adriana)
Cheguei ao hotel e um dos trabalhadores veio ter comigo.

- Voltaram a trocar a encomenda, venha ver

Adriana: Outra vez? Já é a segunda vez

Abri a caixa e vi que não era nada do que tinha pedido, chateada peguei no telemóvel.


Adriana: Sim recebi a encomenda, mas não a minha encomenda
              
-Já é a segunda vez que se enganam, eu preciso disso ainda hoje
-Eu estou lhe a dizer que quero isso aqui no hotel ainda hoje, a festa é daqui a alguns dias. Voces andam a brincar com o trabalho das outras pessoas-disse já fora de mim
-Quero isso aqui ainda hoje - desliguei e quando me virei para tras vi a Patrícia com o vizinho

Patrícia: Tanta agressividade-disse a rir-se

Adriana: Que andam aqui a fazer?

Patrícia: Fui levar o Samaris ao hospital da luz e passamos por ca

Adriana: Vieram ver a desgraça foi?

Patrícia: Estão assim tao mal?

Adriana: Está , não sei se consigo ter tudo pronto a tempo.  Vou ser despedida por justa causa-disse a rir



Ola aqui está o segundo capítulo, esperamos que gostem.

Obrigada por terem comentado é mesmo muito importante, queremos as vossas opiniões.

Quero agradecer muito a Bia que teve imensa paciência a ajudar-me a colocar a musica. Obrigada :)

Eu uso o polyvore mas não tenho conta ...